CREATE WHAT COULD EXIST poderia bem ter sido o slogan da segunda edição do Mês da Carreira na Profitecla de Braga. Esta viagem fez-nos acreditar que tudo é possível e que aquilo que ainda não foi inventado pode bem vir a sê-lo [pelos nossos alunos], quem sabe?

Tudo começou quando a Fernanda Mota, uma das mais influentes makeup artists a nível nacional, nos apresentou ao mundo da maquilhagem. Entre upgrades, novidades e paletes coloridas, percebemos que o mais importante é sentirmo-nos bem connosco, que uma mulher pode ser sempre bonita, desde que não descure a sua imagem, e que há ainda muitos lugares disponíveis no mercado para maquilhadoras profissionais.

Seguiu-se a Maria Ana Vieira que veio acompanhada da sua paixão por infusões oriundas de países longínquos que nos transportam para o sol nascente. A única sommelier de chá em Portugal levou-nos numa viagem à volta do mundo desta maravilhosa bebida milenar. Conhecemos a história do chá e da influência portuguesa na sua disseminação pelo mundo.

Exploramos os diferentes tipos de chá e os acompanhamentos mais adequados para cada um deles e ficamos a saber que a Maria Ana está a desbravar caminho para quem sinta a mesma vontade de dar a conhecer o chá e a sua história ao mundo.

No decorrer desta viagem, cruzámo-nos ainda com a Susana Ferreira, que recebe todos os dias turistas no Museu do Tesouro da Sé de Braga, e que nos fez acreditar que, por muito difícil que nos possa parecer atingirmos sucesso no futuro, tudo é possível e “tudo vale a pena, quando a alma não é pequena”. E a Susana mostrou-nos que a sua alma é tudo menos pequena pois, quando a nossa vontade traça um caminho para atingirmos um objetivo, não há nada que nos possa desviar desse trilho. Com a Susana aprendemos que a vida é curta e que, por vezes, nos prega partidas, mas que não há nada mais poderoso do que a nossa vontade de criarmos aquilo que pode vir a existir.

Ainda inspirados por sabores do oriente, continuamos viagem até ao Alma D’Eça, um restaurante com alma de escritor cuja escrita é em japonês. O Miguel Marques explicou-nos as vicissitudes de ser gerente de um restaurante que junta dois tipos de cozinha muito distintos – a cozinha mediterrânica e a cozinha japonesa. Com o sushiman do Alma D’Eça assistimos a uma demonstração de sushi e sashimi memorável. Os sabores do peixe fresco acabado de cortar em finas fatias, e de um rolo de arroz pousado ao de leve em molho de soja, deixaram um sabor de “quero mais” no ar. Ficamos a saber ainda que há sempre lugar para mais um sushiman bem formado no mercado e que, apesar de não ser uma formação simples, vale muito a pena!

Já na reta final da nossa roteiro, encontramos o afável Carlos Alves, diretor do Hotel Vila Galé Collection em Braga. O hotel edificado no antigo hospital de S. Marcos, tinha uma história intrigante para contar e as portas abertas para nos receber. Desde a antiga pharmacia até ao velho santuário, passando pela capela e pelos claustros ancestrais, conhecemos os segredos do Vila Galé Collection que está sempre à espera de um bom profissional para ajudar.

No final da nossa viagem, a palavra de ordem foi ACREDITAR. Acreditar que tudo é possível e que se o caminho que pretendemos seguir ainda não existe, podemos ser nós a criá-lo.

Let’s CREATE WHAT COULD EXIST.

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